Representação, paixão e mentira em Thomas Hobbes

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DOI:

https://doi.org/10.24310/contrastes.30.2.2025.19098

Palabras clave:

Linguagem, Desejo, Engano, Imaginação

Resumen

O texto apresenta o modo em que a razão pode criar objetos para a paixão. O escopo do estudo é o Leviatã (1651), de Thomas Hobbes (1588-1679). Observa-se que os objetos das paixões são produzidos a partir de imaginação (ou memória), do que participa a razão. A razão, como cálculo de nomes, tem afinidade com a linguagem. Já que a linguagem é um produto do consenso, é relevante considerar que a política, a retórica e a mentira são seus elementos constitutivos. Disso se conclui que a paixão pode ter objetos baseados na mentira, ou seja, pode se querer o falso. 

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Publicado

2025-11-05

Cómo citar

Teixeira Filho, F. L. (2025). Representação, paixão e mentira em Thomas Hobbes. Contrastes. Revista Internacional De Filosofía, 30(2). https://doi.org/10.24310/contrastes.30.2.2025.19098

Número

Sección

Artículos